terça-feira, 24 de setembro de 2013

Trabalho integrado para ensinar a ler



O desenvolvimento da competência leitora e escritora é imprescindível para a aprendizagem dos conteúdos de Arte, Ciências, Educação Física, Geografia, História, Língua Estrangeira, Língua Portuguesa e Matemática. Essa constatação deveria ser suficiente para que coordenadores e professores passassem a encarar a leitura e a escrita como o foco do trabalho. Para concretizar essa prática de forma eficiente, é preciso combinar, aplicar e exercitar procedimentos comuns, que façam os alunos interagir com ideias alheias, estudá-las e apreendê-las - e que os tornem leitores ativos, capazes de usufruir de diferentes modos de ler. 
Que procedimentos devem fazer parte desses combinados? Uma opção são os de estudo: resumos, fichamentos, resenhas, paráfrases, esquemas e respostas a questionários - enfim, gêneros escritos de apoio à leitura, que funcionam bem para a recuperação de ideias significativas ou para uma compreensão mais aprofundada. Pode-se definir, por exemplo, que nenhum docente proponha grifar sem explicitar a razão por que essa atividade foi proposta, discutir critérios para sublinhar ou não as passagens do texto e monitorar a tarefa. Além disso, cada professor deve ser modelo: é condição de aprendizagem que os alunos vejam e entendam como um leitor competente faz para grifar um texto. 
Para que essa articulação funcione, o coordenador pedagógico tem um papel fundamental a cumprir. Cabe a ele conduzir as discussões, propor pautas e investigações dos referenciais e materiais de orientação pedagógica que trazem sugestões de procedimentos de estudo. Também é sua função fazer um levantamento dos gêneros mais frequentes nas disciplinas e definir, juntamente com os professores, os procedimentos a adotar nas aulas e nos projetos de pesquisa. Por fim, deve garantir que todos se inteirem das combinações para colocá-las em prática. Seguindo caminhos como esses, as reuniões pedagógicas tornam-se espaço de troca, em que os professores das diferentes disciplinas debatem as práticas de linguagem mais apropriadas para ensinar a ler e a escrever textos. 
Outro profissional essencial para fazer o trabalho avançar é o professor de Língua Portuguesa. Por desenvolver mais costumeiramente as habilidades leitoras dos alunos, ele ajuda a analisar os dispositivos composicionais que envolvem textos dos gêneros específicos das outras disciplinas. Ao colocar a serviço da escola sua formação e atuação, se coloca como um parceiro mais experiente quando a leitura entra em cena. 
Planejar um trabalho integrado que efetivamente desenvolva habilidades de leitura e de produção de texto e que proporcione diferentes modos de ler é ainda um desafio. Mas ele pode ser superado com o empenho de coordenadores e de professores de todas as áreas do conhecimento que considerem, no ensino de leitura, o papel fundamental das estratégias de abordagem e de construção de sentidos dos textos.
Claudio Bazzoni - Revista Nova Escola

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Agora minhas experiências com a escrita...

Boa noite colegas!! Já falei sobre minhas experiências com a leitura e agora gostaria de compartilhar uma experiência que tive com a escrita. Durante a época da adolescência eu costumava trocar cartas com jovens de outras cidades e estados. Eu pegava os endereços nessas revistas típicas de adolescentes onde havia uma seção com endereços de jovens que queriam se corresponder com outros de outras cidades. Lembro-me que no início eram poucas cartas, mas com o tempo eu recebia cartas quase que diariamente. Era uma prática bem interessante, pois eram amizades com pessoas que eu nunca tinha visto e para cultivar essas amizades, era preciso escrever, escrever e escrever muitas cartas a cada semana. Na primeira carta fazíamos uma apresenteção com nome, idade, passatempos e músicas prediletas, depois íamos ficando mais "intimos" e compartilhávamos problemas e desabafos.Todos os dias quando o carteiro passava, eu ficava na maior expectativa para ver se alguma correspondência tinha chegado. Trocavámos além das cartas, fotos e cartões postais. Tive amizades que duraram anos, e o mais curioso é que nunca trocávamos telefone, o barato era mesmo escrever as cartas e ficar naquela ansiedade de aguardar as respostas. No final disso tudo, colecionei uma caixa de sapato cheia de correspondências e uma grande habilidade em escrever cartas!!

SAÚDE NÃO É AUSÊNCIA DE DOENÇA!

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1

Eixo Temático: Ser Humano e Saúde

Saúde- um direito do cidadão


  1. ler e interpretar indicadores apresentado na forma de tabelas e gráfico;
  2.  produzir texto descritivo sobre a saúde em sua comunidade.




Isso é comum na sua família??????


A leitura na minha vida
















Olá pessoal...
Tomei gosto pela leitura há muito tempo atrás, quando estudava no Pery Guarany. Fui incentivado por uma professora de português, que sempre levada os alunos no gramado próximo a quadra e lá fazíamos uma roda de leitura. Cada aluno lia um trecho do livro e a professora fazia uma pausa e explicava alguns trechos do texto. Alguns alunos faziam comentários, era muito bom. Eu me lembro que li também, assim como outros colegas a Coleção Vaga- Lume. Em um determinado dia, nós levávamos gibis da Turma da Mônica, Chico Bento, O Recruta Zero, Horácio, etc., e viajávamos no mundo da leitura. Era maravilhoso, passávamos momentos agradáveis.
A leitura é um momento mágico, em que você viaja para outro mundo, sem sair do lugar. Dependendo do livro você mergulha de cabeça na história e esquece tudo  ao seu redor. Acredito que a leitura tem o poder da transformação e como bem citou a nossa colega Flávia, realmente é muito triste quando alguém diz que não gosta de ler, principalmente quando parte de um aluno, isso é muito preocupante.
Enfim, tomei gosto pela leitura, graças a uma professora, que nos incentivou a conhecer esse mundo maravilhoso!!!!


terça-feira, 17 de setembro de 2013

Minha Experiência com Leitura e escrita

A minha primeira experiência com leitura veio em casa, apresentada por minha mãe na forma de livros e livretos infantis, mesmo antes de saber ler e escrever. 

Ela lia para mim, e eu acompanhava a leitura através das figuras e imagens contidas nos livros. 

Aos seis anos a minha primeira leitura sozinha foi de um gibi da Turma da Mônica, influência essa vinda do meu irmão mais velho que adorava gibi e tinha uma grande coleção. 


Mas foi no ensino fundamental que me encontrei com os livros. Os livros da Série Vaga Lume foram os meus favoritos daquela época. Quem descobre a leitura na infância quase sempre leva esse hábito por toda a vida, e foi o que ocorreu comigo. O importante é descobrir o prazer que a leitura traz, e consequentemente ela se tornará um hábito, mesmo lendo textos não tão prazerosos, mas importantes para sua formação humana, cultural e educacional. 


Conforme fui crescendo, descobri os romances, e eles se tornaram a minha paixão, principalmente os estrangeiros. Tenho muitos livros favoritos, mais um que me marcou muito foi o Cem anos de Solidão, do Gabriel Garcia Marques. Uma leitura diferente das muitas que tive até hoje. 



Obs: Ai que vontade que me deu de lê-lo novamente....

Tenho muito pouca experiência com a escrita. Fora a escrita escolar e a universitária, na infância eu escrevia em diários, que era moda na época. Mas não criei o hábito de escrever que, aliás, para mim é um Dom.


O profissional da educação no século XXl


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Minha experiência com leitura

Uma das experiências mais antigas que consigo me lembrar em relação à leitura, foi quando li o meu primeiro livro. Eu devia ter uns 9 anos, mais ou menos, não me recordo exatamente. Esse livro não foi nenhuma sugestão da escola e nem pedido por nenhuma professora do primário, mas sim,um incentivo da minha irmã mais velha, que tinha muitos livros da Coleção Vaga Lume. Pois bem, o nome do livro era "A Ilha Perdida", tinha uma capa meio azulada com dois garotos num barquinho. Não consigo me lembrar o nome de nenhum personagem, mas recordo que o livro despertava tamanha curiosidade que não conseguia parar de ler. Sempre acabava lendo um capítulo a mais do que o previsto para saber o que iria acontecer. Esse livro, como todos dessa coleção, possuía poucas imagens, que, mesmo sendo em preto e branco, me faziam ficar ansiosa para conseguir alcançar logo essas páginas com figuras. Era tudo muito mágico!! Era só abrir o livro que parecia que eu entrava na tal ilha junto com os personagens. Poderia até descrever detalhes da ilha, como se ela existisse de verdade. Não vou saber dizer o final do livro, mas posso afirmar que gostei tanto dessa experiência, que logo em seguida, já escolhi um outro livro dessa mesma coleção para fazer outra leitura. Diante de várias opções que eu tinha na prateleira da minha irmã, escolhi o meu segundo livro, com o nome de "Tonico e Carniça", que por sinal, tenho até hoje na estante da minha casa, e que contava a história de dois garotos que trabalhavam como engraxate. Bom, depois do primeiro, não parei mais. Lia um livro atrás do outro, não me lembro de todos, mas alguns me marcaram bastante como: " O Caso da Borboleta Atíria", " O Escaravelho do Diabo" e " O Rapto do Garoto de Ouro". Essa foi minha primeira experiência com a leitura, e conforme fui ficando mais velha, vieram outros livros menos infantis e com maior número de páginas. Foi assim que tomei gosto pela leitura.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Apresentação

O mundo  digital
As mudanças trazidas pelas novas formas de comunicação fazem os seres humanos se aprimorar, e a cada dia nos deparamos com as alterações trazidas pelo mundo tecnológico e digital, e  independente da faixa etária todos estão sofrendo os impactos do processo de transformação e inovação diária.

Professores e alunos também estão inseridos em um mundo tecnológico por tanto cabe a todos nós adaptarmos. As crianças de hoje são colocadas em contato com o computador muito cedo, diferente da realidade de muitos professores. 

A criança e o adolescente chegam à escola com um conhecimento amplo do mundo informatizado pela internet.
E o espaço físico escola, é ambiente propicio para  receber o conhecimento vindo de todas as maneiras possíveis.
  E o espaço virtual, propaga todo esse  conhecimento de forma rápida, interativa, lúdica e precisa.

  Dessa forma torna o processo de aprendizagem atraente para os alunos e desafiador para o professor, e principalmente se o mesmo não estiver disposto a encarar as novas tecnologias como realidade contemporânea.Devido à crença de que apenas o livro didático e giz, aliado ao conhecimento adquirido pelo professor durante vários anos dentro de uma sala de aula, gera conflitos todos os dias em escola públicas e privadas em todos os níveis de ensino. 

Quando ouvimos falar em processo de constante formação ou formação continuada dos professores provavelmente é disso que estão falando, preparar o professor para enfrentar essas modificações que o mundo de informações traz para docentes e discentes neste complexo processo que é ensinar e aprender.
Texto: Professor Junior