MGME- ciências e as tecnologias
Este blog é um ferramenta de comunicação para os cursistas do curso: Melhor Gestão, Melhor Ensino - Curso 2 – Formação de Formadores de Ciências para que os participantes, possam de forma colaborativa interagir e construir conhecimento significativo...
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Trabalho integrado para ensinar a ler
O desenvolvimento da competência leitora e escritora é imprescindível para a aprendizagem dos conteúdos de Arte, Ciências, Educação Física, Geografia, História, Língua Estrangeira, Língua Portuguesa e Matemática. Essa constatação deveria ser suficiente para que coordenadores e professores passassem a encarar a leitura e a escrita como o foco do trabalho. Para concretizar essa prática de forma eficiente, é preciso combinar, aplicar e exercitar procedimentos comuns, que façam os alunos interagir com ideias alheias, estudá-las e apreendê-las - e que os tornem leitores ativos, capazes de usufruir de diferentes modos de ler.
Que procedimentos devem fazer parte desses combinados? Uma opção são os de estudo: resumos, fichamentos, resenhas, paráfrases, esquemas e respostas a questionários - enfim, gêneros escritos de apoio à leitura, que funcionam bem para a recuperação de ideias significativas ou para uma compreensão mais aprofundada. Pode-se definir, por exemplo, que nenhum docente proponha grifar sem explicitar a razão por que essa atividade foi proposta, discutir critérios para sublinhar ou não as passagens do texto e monitorar a tarefa. Além disso, cada professor deve ser modelo: é condição de aprendizagem que os alunos vejam e entendam como um leitor competente faz para grifar um texto.
Para que essa articulação funcione, o coordenador pedagógico tem um papel fundamental a cumprir. Cabe a ele conduzir as discussões, propor pautas e investigações dos referenciais e materiais de orientação pedagógica que trazem sugestões de procedimentos de estudo. Também é sua função fazer um levantamento dos gêneros mais frequentes nas disciplinas e definir, juntamente com os professores, os procedimentos a adotar nas aulas e nos projetos de pesquisa. Por fim, deve garantir que todos se inteirem das combinações para colocá-las em prática. Seguindo caminhos como esses, as reuniões pedagógicas tornam-se espaço de troca, em que os professores das diferentes disciplinas debatem as práticas de linguagem mais apropriadas para ensinar a ler e a escrever textos.
Outro profissional essencial para fazer o trabalho avançar é o professor de Língua Portuguesa. Por desenvolver mais costumeiramente as habilidades leitoras dos alunos, ele ajuda a analisar os dispositivos composicionais que envolvem textos dos gêneros específicos das outras disciplinas. Ao colocar a serviço da escola sua formação e atuação, se coloca como um parceiro mais experiente quando a leitura entra em cena.
Planejar um trabalho integrado que efetivamente desenvolva habilidades de leitura e de produção de texto e que proporcione diferentes modos de ler é ainda um desafio. Mas ele pode ser superado com o empenho de coordenadores e de professores de todas as áreas do conhecimento que considerem, no ensino de leitura, o papel fundamental das estratégias de abordagem e de construção de sentidos dos textos.
Claudio Bazzoni - Revista Nova Escola
O desenvolvimento da competência leitora e escritora é imprescindível para a aprendizagem dos conteúdos de Arte, Ciências, Educação Física, Geografia, História, Língua Estrangeira, Língua Portuguesa e Matemática. Essa constatação deveria ser suficiente para que coordenadores e professores passassem a encarar a leitura e a escrita como o foco do trabalho. Para concretizar essa prática de forma eficiente, é preciso combinar, aplicar e exercitar procedimentos comuns, que façam os alunos interagir com ideias alheias, estudá-las e apreendê-las - e que os tornem leitores ativos, capazes de usufruir de diferentes modos de ler.
Que procedimentos devem fazer parte desses combinados? Uma opção são os de estudo: resumos, fichamentos, resenhas, paráfrases, esquemas e respostas a questionários - enfim, gêneros escritos de apoio à leitura, que funcionam bem para a recuperação de ideias significativas ou para uma compreensão mais aprofundada. Pode-se definir, por exemplo, que nenhum docente proponha grifar sem explicitar a razão por que essa atividade foi proposta, discutir critérios para sublinhar ou não as passagens do texto e monitorar a tarefa. Além disso, cada professor deve ser modelo: é condição de aprendizagem que os alunos vejam e entendam como um leitor competente faz para grifar um texto.
Para que essa articulação funcione, o coordenador pedagógico tem um papel fundamental a cumprir. Cabe a ele conduzir as discussões, propor pautas e investigações dos referenciais e materiais de orientação pedagógica que trazem sugestões de procedimentos de estudo. Também é sua função fazer um levantamento dos gêneros mais frequentes nas disciplinas e definir, juntamente com os professores, os procedimentos a adotar nas aulas e nos projetos de pesquisa. Por fim, deve garantir que todos se inteirem das combinações para colocá-las em prática. Seguindo caminhos como esses, as reuniões pedagógicas tornam-se espaço de troca, em que os professores das diferentes disciplinas debatem as práticas de linguagem mais apropriadas para ensinar a ler e a escrever textos.
Outro profissional essencial para fazer o trabalho avançar é o professor de Língua Portuguesa. Por desenvolver mais costumeiramente as habilidades leitoras dos alunos, ele ajuda a analisar os dispositivos composicionais que envolvem textos dos gêneros específicos das outras disciplinas. Ao colocar a serviço da escola sua formação e atuação, se coloca como um parceiro mais experiente quando a leitura entra em cena.
Planejar um trabalho integrado que efetivamente desenvolva habilidades de leitura e de produção de texto e que proporcione diferentes modos de ler é ainda um desafio. Mas ele pode ser superado com o empenho de coordenadores e de professores de todas as áreas do conhecimento que considerem, no ensino de leitura, o papel fundamental das estratégias de abordagem e de construção de sentidos dos textos.
Claudio Bazzoni - Revista Nova Escola
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Agora minhas experiências com a escrita...
Boa noite colegas!! Já falei sobre minhas experiências com a leitura e agora gostaria de compartilhar uma experiência que tive com a escrita.
Durante a época da adolescência eu costumava trocar cartas com jovens de outras cidades e estados. Eu pegava os endereços nessas revistas típicas de adolescentes onde havia uma seção com endereços de jovens que queriam se corresponder com outros de outras cidades. Lembro-me que no início eram poucas cartas, mas com o tempo eu recebia cartas quase que diariamente. Era uma prática bem interessante, pois eram amizades com pessoas que eu nunca tinha visto e para cultivar essas amizades, era preciso escrever, escrever e escrever muitas cartas a cada semana.
Na primeira carta fazíamos uma apresenteção com nome, idade, passatempos e músicas prediletas, depois íamos ficando mais "intimos" e compartilhávamos
problemas e desabafos.Todos os dias quando o carteiro passava, eu ficava na maior expectativa para ver se alguma correspondência tinha chegado. Trocavámos além das cartas, fotos e cartões postais.
Tive amizades que duraram anos, e o mais curioso é que nunca trocávamos telefone, o barato era mesmo escrever as cartas e ficar naquela ansiedade de aguardar as respostas.
No final disso tudo, colecionei uma caixa de sapato cheia de correspondências e uma grande habilidade em escrever cartas!!
SAÚDE NÃO É AUSÊNCIA DE DOENÇA!
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1
Eixo Temático: Ser Humano e Saúde
Saúde- um direito do cidadão
Eixo Temático: Ser Humano e Saúde
Saúde- um direito do cidadão
- ler e interpretar indicadores apresentado na forma de tabelas e gráfico;
- produzir texto descritivo sobre a saúde em sua comunidade.
Isso é comum na sua família??????
A leitura na minha vida
Olá pessoal...
Tomei gosto pela leitura há muito tempo
atrás, quando estudava no Pery Guarany. Fui incentivado por uma professora de
português, que sempre levada os alunos no gramado próximo a quadra e lá
fazíamos uma roda de leitura. Cada aluno lia um trecho do livro e a professora
fazia uma pausa e explicava alguns trechos do texto. Alguns alunos faziam
comentários, era muito bom. Eu me lembro que li também, assim como outros
colegas a Coleção Vaga- Lume. Em um determinado dia, nós levávamos gibis da
Turma da Mônica, Chico Bento, O Recruta Zero, Horácio, etc., e viajávamos no
mundo da leitura. Era maravilhoso, passávamos momentos agradáveis.
A leitura é um momento mágico, em que você
viaja para outro mundo, sem sair do lugar. Dependendo do livro você mergulha de
cabeça na história e esquece tudo
ao seu redor. Acredito que a leitura tem o poder da transformação e como bem
citou a nossa colega Flávia, realmente é muito triste quando alguém diz que não
gosta de ler, principalmente quando parte de um aluno, isso é muito
preocupante.
Enfim, tomei gosto pela leitura, graças a
uma professora, que nos incentivou a conhecer esse mundo maravilhoso!!!!
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Minha Experiência com Leitura e escrita
A minha primeira experiência com leitura veio em casa, apresentada por minha mãe na forma de livros e livretos infantis, mesmo antes de saber ler e escrever.
Ela lia para mim, e eu acompanhava a leitura através das figuras e imagens contidas nos livros.
Aos seis anos a minha primeira leitura sozinha foi de um gibi da Turma da Mônica, influência essa vinda do meu irmão mais velho que adorava gibi e tinha uma grande coleção.
Mas foi no ensino fundamental que me encontrei com os livros. Os livros da Série Vaga Lume foram os meus favoritos daquela época. Quem descobre a leitura na infância quase sempre leva esse hábito por toda a vida, e foi o que ocorreu comigo. O importante é descobrir o prazer que a leitura traz, e consequentemente ela se tornará um hábito, mesmo lendo textos não tão prazerosos, mas importantes para sua formação humana, cultural e educacional.
Conforme fui crescendo, descobri os romances, e eles se tornaram a minha paixão, principalmente os estrangeiros. Tenho muitos livros favoritos, mais um que me marcou muito foi o Cem anos de Solidão, do Gabriel Garcia Marques. Uma leitura diferente das muitas que tive até hoje.
Obs: Ai que vontade que me deu de lê-lo novamente....
Tenho muito pouca experiência com a escrita. Fora a escrita escolar e a universitária, na infância eu escrevia em diários, que era moda na época. Mas não criei o hábito de escrever que, aliás, para mim é um Dom.
Assinar:
Postagens (Atom)




